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Você já deve ter ouvido falar em blockchain nas criptomoedas, certo?

Afinal, o mundo das criptomoedas está em constante evolução, assim, conceitos e dúvidas vão surgindo. 

É o caso do termo blockchain, muito atrelado ao funcionamento das criptomoedas, pois é ele quem dá a base para toda essa estrutura. 

Para entender todo o universo das moedas virtuais, ou seja, como funcionam as criptomoedas, é necessário entender o que é blockchain. 

Continue a leitura e descubra com a Culte! 

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O que é blockchain nas criptomoedas?

Resumidamente o blockchain é uma base de dados, um livro-razão compartilhado e imutável usado para registrar as transações, rastrear ativos e dar transparência e confiança. 

A princípio, as pessoas acreditavam que o criador da moeda Bitcoin, Satoshi Nakamoto, também inventou simultaneamente o blockchain, o que não é verdade. 

O blockchain nas criptomoedas surgiu muito antes da famosa Bitcoin. 

Até pouco tempo, sempre que se falava em Bitcoin era feita a associação à blockchain nas criptomoedas. 

Hoje o blockchain não se resume, ou seja, não está mais ligada somente à Bitcoin, pois vem sendo usado em diversos projetos de criptomoedas. 

Assim, o blockchain se tornou uma das tecnologias mais importantes da atualidade, com empresas de todo mundo adotando o sistema.

Historia da Blockchain nas criptomoedas

A Blockchain nasceu em 1991, mas até então não tinha o nome que conhecemos hoje, era apenas um sistema, porém sem título. 

Os responsáveis? Dois funcionários da Xerox, Stuart Haber e Scott Stornetta. 

Juntos elaboraram a criação de um sistema de registros digitais que fosse imutável. 

O impulso para essa criação foi o escândalo causado na época por um Paper (um artigo de biologia que havia sido fraudado). O arquivo foi modificado e teve os dados alterados. 

Se era tão fácil fraudar documentos impressos, imaginar informações digitais, era necessário apenas apertar o botão delete.

Para resolver isso, eles idealizaram um sistema de blocos de informação atrelados uns aos outros de forma imutável, ou seja, nada pode ser editado ou excluído. 

Em 1992 eles incluíram a criptografia nesse mecanismo de registros e até 2008 essa invenção não tinha nome e nenhum caso de uso real. 

De onde surgiu o termo ‘blockchain nas criptomoedas’?

A palavra Blockchain, literalmente significa “corrente de blocos”, mas vamos explicar como surgiu o termo.

Block = blocos de informação 

Chain = dados em cadeia 

As palavras eram usadas separadamente, mas com o tempo e de maneira natural o pessoal aderiu as duas palavras juntas, unicamente como Blockchain. 

Essas correntes de informações ficam entrelaçadas umas às outras. 

É como um tecido digital, onde não é possível puxar o bloco do meio da cadeia sem afetar os blocos seguintes. 

Assim como quando você puxa o fio de tecido de uma roupa, você altera toda a costura que vem na sequência. 

Blockchain nas criptomoedas é como uma costura digital. Em caso de alteração, todo mundo vai perceber que tem algo errado com aquele ponto da cadeia.

O que acontecer após o registro em blockchain?

Depois de registradas em Blockchain, as informações ficam gravadas em toda a história dessa cadeia de eventos de blocos. 

E é por isso que a Blockchain nas criptomoedas também serve como uma linha do tempo, onde os fatos não podem ser modificados. Por isso é uma rede imutável e irreversível. 

Para modificar a Blockchain do Bitcoin, por exemplo, a única chance que se tem é naqueles primeiros momentos em que os blocos foram recém-criados e é possível tentar reverter esses blocos de informação. 

Contudo, é necessário um poder computacional absurdo para invadir pelo menos 51% da rede e uma janela de tempo muito pequena, em torno de 10 a 30 minutos. 

Isso custaria bilhões de dólares e ainda corria a chance de não conseguir um ataque efetivo.

Logo, depois de 6 blocos criados ou em média 1 hora, se diz que as informações se tornam imutáveis, porque a cada bloco criado maior a dificuldade e o custo para reverter as informações. 

E nesse sentido a Blockchain do Bitcoin é a mais longa e a que exige maior poder computacional para ser invadida e reverter blocos. 

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O que são os mineradores?

As informações são inseridas na rede por computadores superpotentes, os mineradores. 

Eles fazem cálculos matemáticos para reservar “quebra-cabeças criptográficos”. 

Quando eles encontram a resposta certa, a rede valida a resposta, registra os blocos na blockchain nas criptomoedas e os mineradores recebem Bitcoins como recompensa por terem prestado poder computacional para rodar a rede. 

Esse mecanismo se chama Proof of Work, ou Prova de Trabalho. E destrava as novas moedas do protocolo conforme os blocos de informação são criados. 

Funciona como um jogo, onde os computadores que resolverem primeiro, recebem as criptomoedas da rodada.

Os mineradores competem entre si para receber as moedas do próximo bloco. 

E são poucos, pois só serão criados 21 milhões de Bitcoins até 2140.

Como funciona a blockchain?

Vamos imaginar a Blockchain do Bitcoin. 

Cada bloco contém informações sobre as transações financeiras feitas na rede, bem como endereços e marcações digitais com data e hora. 

Todos esses dados formam o conteúdo de cada bloco e são misturados de forma aleatória e transformadas em HASH, ou seja, em um código criptografado que resume e identifica tudo que está dentro daquele bloco de informação.

Os blocos são encadeados e dependem um do outro para criar sua marca digital. 

Em outras palavras, o bloco 2 precisa do hash do bloco 1, para então criar o seu hash (que é uma combinação das transações financeiras + hash 1 = hash 2). 

Assim, o hash 2 resume todo o conteúdo criptográfico de seu bloco e do bloco anterior. 

Da mesma maneira, o bloco 3 precisa do bloco 2 para gerar seu próprio hash. E assim sucessivamente com os blocos seguintes. 

A partir daí surge o encadeamento, pois os blocos seguintes sempre terão um pedacinho do bloco anterior.

Blockchain é segura?

Pode-se afirmar que a adulteração de dados da blockchain nas criptomoedas é quase impossível. 

Pois se um dado é alterado em determinado bloco, os blocos seguintes “denunciam” a fraude,

Mas como? Porque milhões de hashs foram criados a partir do bloco que sofreu a tentativa de ataque.

Como o sistema Blockchain nas criptomoedas opera de maneira descentralizada, todos os computadores que processam a rede possuem cópias de todos os blocos de informação já criados por ela. 

A Blockchain nas criptomoedas é um mecanismo extremamente inteligente, onde não há dependência de nenhum servidor para armazenar as informações. Os dados ficam distribuídos em milhares de cópias.

Dessa forma, a tecnologia garante que nenhum dado se perca, todos podem verificar a veracidade dos registros. Tudo é feito em tempo real e de forma simultânea e transparente.

Todo sistema descentralizado dificulta ataques, ou perdas de dados, isso graças às milhares de cópias distribuídas pela rede.

O grande trunfo do blockchain nas criptomoedas é esse: eliminar a necessidade de intermediários. 

Logo, se houver qualquer tentativa de invasão, o sistema trava automaticamente.

Usos da blockchain nas criptomoedas

Geralmente, blockchain nas criptomoedas são associadas ao Bitcoin ou ao Ethereum. Porém, esse mecanismo permite realizar tokens em diversos ativos financeiros. 

Abaixo alguns exemplos de usos frequentes da tecnologia blockchain nas criptomoedas e aplicações com potencial de se tornarem tendência.

  • Mercado de Direito e Imobiliário;
  • Cadeia de suprimentos;
  • Bancos;
  • Democracia direta e urna eletrônica.

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  • Conta digital
  • Emissão de boleto
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De fato, tudo voltado ao pequeno agricultor familiar com DAP ativa!

Em outras palavras, é fácil perceber que a missão da Cultecoin é facilitar cada vez mais as transações e operações que envolvam a troca de insumos por produtos agrícolas.

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