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Uma grande oportunidade do agronegócio no Brasil é a exportação de frutas. Dentre os destinos mais cobiçados para exportadores está a Europa, principalmente entre os países da União Europeia, grupo de países que mais importam frutas. 

De fato, para levar sua produção até a Europa, é importante aprender sobre os cuidados, as documentações especiais para isso e, claro, toda a logística de uma operação como essa. 

Portanto, conheça as vantagens e os desafios de exportar frutas para a Europa neste artigo e saiba como a Culte pode ajudar você a chegar lá. 

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Exportação de frutas para a Europa

O maior importador de frutas em todo o mundo é a União Europeia, grupo de 27 países europeus que inclui a Alemanha, Holanda, Portugal, Espanha, França e Itália. Em 2018, de acordo com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), 65% das exportações brasileiras foram para a União Europeia.

De acordo com a Abrafrutas (Associação Brasileira dos Produtores Exportadores de Frutas e Derivados), o Brasil é o terceiro país que mais produz frutas em todo o planeta. Por outro lado, nossas frutas só dominam 3,4% do que é consumido na Europa, segundos dados do MAPA.

Como é a exportação hoje

Após a maior parte dos setores da economia sofrerem variações durante a pandemia, a exportação de frutas sofreu uma queda. Sendo assim, nos últimos anos, com a crise causada com a nova doença, o país teve redução de 19,5% dos lucros com exportações e 12,3% no volume exportado em 2020. 

Um dos problemas na exportação de frutas atualmente foi causado pela diminuição de voos comerciais, que são o que permite o envio e transporte de várias toneladas diárias da produção no Brasil. Como eles são necessários, principalmente por ser uma produção extremamente perecível, a exportação chegou a cair, durante o período, até 40%, segundo dados da Abrafrutas. 

Uma forma de contornar esse problema tem sido usar voos comerciais como cargueiros para transportar insumos e produtos. E, de fato, nos primeiros quatro meses de 2021, o Brasil conseguiu aumentar a venda de frutas para fora em mais de 23% em relação ao mesmo período no ano anterior, de acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Isso demonstra uma nova fase para a exportação de frutas brasileiras para a Europa. Os principais consumidores, hoje em dia, são os Países Baixos, Reino Unido e a Espanha. 

Tipos de fruta mais exportados 

A venda de frutas do Brasil para o exterior, de acordo com os dados mais recentes recolhidos pela Abrafrutas, é principalmente de: 

  • Manga
  • Maçã
  • Limões e limas
  • Melão
  • Uva
  • Mamão
  • Banana
  • Melancia
  • Abacate

Desafios de exportar frutas

Para ser aceita no mercado europeu, a produção brasileira enfrenta alguns desafios para se firmar como uma das principais. Isso vai muito além, por exemplo, de ter que seguir os padrões de qualidade definidos pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). 

– Custos da exportação de frutas

Que a produção está sujeita a taxas e impostos, isso já era de se esperar. Mas essas tarifas todas são cobradas de uma forma diferente para levar suas frutas para a Europa. As cotas também são regidas pela Direção Geral da Comissão Europeia, em maior parte. 

Por outro lado, desde junho de 2021, a União Europeia (UE) fez um acordo comercial com o Mercosul, organização econômica e de mercado que envolve países da América do Sul, incluindo o Brasil. Esse acordo prevê uma isenção de tarifas que, passo a passo e em até dez anos, pode chegar a zero.

– Medidas sanitárias

É claro que é importante cuidar do lado sanitário das frutas para exportação, mas as exigências em relação à venda para a Europa podem ser uma barreira. Com isso, queremos dizer que embalagens, controle de qualidade, níveis de produtos químicos nos produtos, etc., podem ser um problema – e um gasto impressionante. Além disso, além das normas brasileiras, a produção das frutas deve seguir as regras internacionais também, e uma para cada setor.

– Embalagens

Conforme falamos anteriormente, a exportação para o velho continente tem várias exigências. Entre elas, a embalagem das frutas, e seguem o Regulamento de Execução (UE) nº 543/2011, da Comissão Europeia.

Sendo assim, não apenas os textos em cada embalagem devem ser bem legíveis para o consumidor: algumas informações também são obrigatórias. Entre elas, a identificação do produtor, o que é o produto, características e marcas de controle. 

– Documentação

Dessa forma, outro obstáculo para quem pretende exportar frutas para a Europa é acertar nos documentos. Isso significa que vai muito além dos documentos internos brasileiros: a documentação necessária inclui o cadastro no Departamento de Operações de Comércio Exterior (Decex), o romaneio, certificados de origem, peso, conformidade fitossanitária e registro de exportação. 

– A logística internacional

Para suas frutas serem bem aceitas após a exportação, uma grande preocupação deve ser a logística. Afinal, frutas são um alimento perecível e delicado, que necessitam de manuseamento e transporte de qualidade, veloz e cuidadoso. Além disso, é preciso tomar conta da temperatura, na viagem, seja em contêineres ou por aviões, de acordo com cada carga.

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O melhor modo de exportar

Primeiramente, para exportar, é preciso ter os registros legais de uma empresa e pesquisar com cuidado todos os passos. Uma das primeiras opções é procurar informações no site do Sistema Integrado de Comércio Exterior (Siscomex), que é ligado à Receita Federal. Outras instituições que também são necessárias nessa empreitada são a Secretaria da Fazenda do estado, assim como a Junta Comercial local. 

Mas, afinal, a palavra que resume o melhor modo de exportar frutas é: planejamento. Saber o que fazer, quando fazer, onde procurar a documentação e ter certeza de contratar os serviços de apoio certos são o principal para uma exportação segura.

Como a Culte pode ajudar a alcançar seu objetivo de exportar?

No fim das contas, o primeiro passo para chegar mais longe é… começar! E você pode contar com a Culte desde o início. 

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